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De olho na Copa:
certificação Aqua para arenas e complexos esportivos.
Publicado em 21 de junho de 2010. / Atualizado em 22 de julho de 2010.
Primeiro foram os edifícios de serviços. Mais recentemente, entraram na lista os habitacionais. Agora, a Fundação Vanzolini lança a certificação Aqua para arenas e complexos esportivos multiuso. A ideia é incluir no programa as obras de construção e reforma de estádios e arenas brasileiros, que serão preparados para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. “Além da redução do impacto ambiental durante a fase de execução, será possível economizar até 50% no consumo de energia elétrica e de água”, explica Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech, primeira consultoria Aqua no Brasil. Segundo ele, os estádios de futebol, por exemplo, têm grandes áreas de cobertura de arquibancadas ou do campo, que podem ser transformadas para a captação de água das chuvas, a ser utilizada em vasos sanitários, irrigação dos gramados e lavagem de espaços comuns.
Segundo o professor Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo do Processo Aqua, essa nova certificação trabalha com as mesmas 14 categorias de desempenho aplicadas nos edifícios de serviços e habitacionais, distribuídas em quatro grupos: ecoconstrução, ecogestão, conforto e saúde. Na prática, busca-se a redução nos impactos ambientais, considerando os materiais utilizados, o projeto, o processo construtivo, os equipamentos e sistemas, abrangendo também a fase de uso do empreendimento, com ênfase em economia de água, energia, gestão de resíduos e facilidade de manutenção. Além disso, em todas essas etapas, esses objetivos requerem o desenvolvimento de condições ideais de conforto e saúde dos usuários, desde os atletas até os funcionários e o público
Primeiro foram os edifícios de serviços. Mais recentemente, entraram na lista os habitacionais. Agora, a Fundação Vanzolini lança a certificação Aqua para arenas e complexos esportivos multiuso. A ideia é incluir no programa as obras de construção e reforma de estádios e arenas brasileiros, que serão preparados para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. “Além da redução do impacto ambiental durante a fase de execução, será possível economizar até 50% no consumo de energia elétrica e de água”, explica Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech, primeira consultoria Aqua no Brasil. Segundo ele, os estádios de futebol, por exemplo, têm grandes áreas de cobertura de arquibancadas ou do campo, que podem ser transformadas para a captação de água das chuvas, a ser utilizada em vasos sanitários, irrigação dos gramados e lavagem de espaços comuns.
Segundo o professor Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo do Processo Aqua, essa nova certificação trabalha com as mesmas 14 categorias de desempenho aplicadas nos edifícios de serviços e habitacionais, distribuídas em quatro grupos: ecoconstrução, ecogestão, conforto e saúde. Na prática, busca-se a redução nos impactos ambientais, considerando os materiais utilizados, o projeto, o processo construtivo, os equipamentos e sistemas, abrangendo também a fase de uso do empreendimento, com ênfase em economia de água, energia, gestão de resíduos e facilidade de manutenção. Além disso, em todas essas etapas, esses objetivos requerem o desenvolvimento de condições ideais de conforto e saúde dos usuários, desde os atletas até os funcionários e o público
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